A energia química é uma energia baseada na força de atração e repulsão nas ligações químicas, presente na matéria que forma tudo que esta à nossa a volta, inclusive o nosso corpo. Essas ligações são estáveis em condições normais. Essas condições são, entre outras coisas, temperatura ambiente, pressão normal e outros fatores que formam a condição “normal” do ambiente onde vivemos. Para que se haja a utilização da energia química, é preciso que haja uma interferência externa forte o suficiente para que se rompam essas ligações. Quando acontece esse rompimento, a energia liberada pode se manifestar de várias formas diferentes. Elas podem ser liberadas em forma de calor, luz, etc.

Como foi dito, a energia química está presente em praticamente tudo a nossa volta. Mas isso não quer dizer que ela esteja ativa o tempo todo. A energia química fica armazenada nessas ligações até que ocorra esse fenômeno de rompimento. Os exemplos de ocorrência desse fenômeno estão bastante presentes na nossa rotina. Antes mesmo de conhecermos seus efeitos, já fazemos o uso dela. Hábitos até inconscientes, como respirar ou nos alimentar, têm o fenômeno da energia química envolvida. A alimentação acontece para obter energia, para abastecer o corpo nas atividades que exercemos e para seu bom funcionamento dele. Ao consumirmos o alimento, o processo de digestão, especialmente quando o estômago recebe o bolo alimentar, usa o suco gástrico para “dissolver” esse bolo e usa a energia vinda do alimento para nos abastecer. Essa energia é a energia química, pois vem do alimento, que tem suas ligações quebradas e assim libera energia para o corpo. Parte dessa energia vira calor e outra se transforma em proteínas, açucares e outras substâncias que ajudam o corpo a se manter.

A respiração também é uma necessidade do ser humano e resultado da ação da energia química. A ação dessa energia, nesse caso, está na participação que ela tem na fotossíntese. Como sabemos, a fotossíntese é um processo em que as plantas usam da luz do sol para transformar gás carbônico em oxigênio. Nós, seres humanos, fazemos o processo inverso: respiramos oxigênio e soltamos gás carbônico. Através de um processo químico, o vegetal faz essa “respiração" e obtém seu alimento através da fotossíntese.

Existem, ainda, muitas outras aplicações, muitas delas no nosso cotidiano, como foi mostrado nos dois exemplos acima. Outros, como as passagens de estado da água e a queima de algum material, são outras formas de manifestação da energia química. Algumas curiosidades podem ser respondidas com o uso dos conhecimentos sobre energia química. Por exemplo: as queimaduras feitas com vapor parecem doer mais do que as sofridas com, por exemplo, água quente? Na verdade, as queimaduras com vapor são realmente mais danosas à pele do que as feitas com água. Isso porque, uma porção de vapor tem, em média, 540 calorias a mais de energia química do que a mesma quantidade de água.

Muitas outras respostas são obtidas quando se conhece mais sobre energia. A energia, apesar de não ter um conceito formado, imutável, está relacionada com a capacidade de um corpo realizar um trabalho. Esse trabalho refere-se à transferência de energia de um corpo para outro durante um determinado espaço. Existem vários tipos de energia que estudam diversos fenômenos. Energia cinética, energia potencial gravitacional, energia nuclear e outras formas de energias estudadas para explicar fenômenos do dia a dia. A energia cinética, por exemplo, é a energia adquirida por um corpo quando está em movimento.

Os usos mais frequentes da energia química e mais informações sobre energia você confere nesse site!